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terça-feira, 16 de outubro de 2012
sábado, 23 de abril de 2011
Inacreditável!
Epá, peço desculpa pela minha deriva neoliberal fascista pascal. Mas como é que é possível num país com 600.000 desempregados, esta gente vir reclamar por lhes estarem a dar trabalho?! Trabalho pago, evidentemente. Deviam ter vergonha na cara.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
From Sócrates with love
http://economia.publico.pt/Noticia/motaengil-pede-indemnizacao-pela-anulacao-de-troco-do-tgv_1489870
Quem assinou estes contratos, quando já sabia que não os ia poder honrar, não devia ser derrotado. Devia ser preso. Que pouca vergonha. Amiguinhos, isto não é o "dinheiro do Estado", isto não são "fundos públicos". Isto é o NOSSO dinheiro, que eles transferem de forma descarada para os amigos. E ainda há a hipótese de voltarmos a lá pôr os mesmos. Tenhamos vergonha, já que não temos juízo.
domingo, 20 de março de 2011
Pequeno país do sul da Europa procura a mesma sorte
Sem-abrigo descobre que é filho de milionário, no i
Pequeno país do sul da Europa procura a mesma sorte
Pequeno país do sul da Europa procura a mesma sorte
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Nomenklatura
Todo o regime tem as suas elites, a população mais instruída e de cuja actividade depende o bom funcionamento da nação.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Então, vão demorar muito?
"Sem alvo óbvio, docentes tardam em transformar o desânimo em revolta",
Que os professores vão acordar para as ameaças da proposta de Orçamento do Estado ninguém duvida, mas, para já, não há sinais de grandes manifestações de rua.
no (Instigador) Público
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Desabafo
Ao ouvir o deputado/economista/menino-prodígio-do-PS João Galamba defender que o BCE deve emprestar dinheiro ao estado português, só me ocorre perguntar se este senhor terá tirado o seu curso via Planeta DeAgostini. Uma frase, ou uma expressão: P = MV/Y. Teoria Quantitativa da Moeda. Algures na licenciatura entre as cadeiras políticas e sociológicas deve ter dado este módulo. Significa que aumentar o stock de moeda (emprestar dinheiro ao estado) sem aumento do produto real (da riqueza) só tem um resultado: inflação.
E bem sei que nesta altura o risco de inflação elevada é baixo, de acordo. Ok, imprimam lá umas notinhas para dar a Portugal. E depois, quando supostamente a economia voltar ao normal, já vamos fazer as reformas necessárias à nossa sustentabilidade financeira, não é? Aquelas que éramos para ter feito na década passada. Sei... Não acredito, não confio em quem nos governa para isso, nem confio em nós para aceitarmos que o façam.
E bem sei que nesta altura o risco de inflação elevada é baixo, de acordo. Ok, imprimam lá umas notinhas para dar a Portugal. E depois, quando supostamente a economia voltar ao normal, já vamos fazer as reformas necessárias à nossa sustentabilidade financeira, não é? Aquelas que éramos para ter feito na década passada. Sei... Não acredito, não confio em quem nos governa para isso, nem confio em nós para aceitarmos que o façam.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Quem não tem cão...
À falta de visita do Papa anunciam-se as habituais subidas de impostos, para pagar o bicho obeso a que damos o nome Estado, durante o jogo do Benfica.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
O que é que isso interessa?
O Parlamento vai aprovar hoje um relatório que, sem usar o verbo mentir, chama de mentiroso ao primeiro-ministro. Mais ainda, diz que a mentira ocorreu em plena sessão da Assembleia da República. Bem sei que a crise não permite (?) a realização de eleições, que se deve manter a estabilidade por mais podre que seja, que o PSD quer mais tempo para se preparar. Mas se ao longo dos últimos anos não se tivesse assistido ao forrobodó de poucas vergonhas que sabemos as coisas não poderiam ficar por aqui. Se ao primeiro-ministro ainda restasse um pingo de vergonha, um vestígio de noção de honra, ele não acataria um rótulo de mentiroso. Seria consequente e demitia-se. Se a oposição também se orientasse por mais do que calculismo de curto-prazo responderia a esta não-demissão com uma censura ao governo.
Como vivemos no país do "e daí", tudo segue como se nada se passasse. O parlamento chama mentiroso ao líder do executivo, este assobia para o lado e pronto. Falta pouco para passarmos a fase seguinte, mais comum nas autarquias: "ele rouba mas faz!".
Como vivemos no país do "e daí", tudo segue como se nada se passasse. O parlamento chama mentiroso ao líder do executivo, este assobia para o lado e pronto. Falta pouco para passarmos a fase seguinte, mais comum nas autarquias: "ele rouba mas faz!".
sábado, 17 de abril de 2010
Oops
Basically, and as Bloomberg reports, when the Riksbank raised interest rates in September 2008, 11 days before Lehman Brothers collapsed, Sweden’s central bankers based their decision on inflation figures from the Statistics Office. Unfortunately, later that month four months of inflation data had to be corrected after the Office discovered that a computer inaccurately calculated a 28 percent increase in shoe prices (although the problem, I imagine, lay with the person who entered the data, rather than a malfunctioning computer). As Cecilia Skingsley points out, apart from the impact on central bank monetary policy, “The shoe adventure meant we ended up with a different price base amount, which in turn affected benefit payouts.” In fact Bloomberg estimate that the mistake cost the government something over 600 million kronor ($84 million) in excess benefit payouts.
"Lies, Damn Lies And Statistics In Sweden (of all places)", A Fistful of Euros
sábado, 10 de abril de 2010
Katyn
(Boris Yeltsin em Katyn)
O destino faz com que volte a sombra de morte e de Estaline sobre o povo polaco.
Mais linhas para um velho livro de história não branco, mas muito muito vermelho.
O destino faz com que volte a sombra de morte e de Estaline sobre o povo polaco.
Mais linhas para um velho livro de história não branco, mas muito muito vermelho.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
?!
O guarda-redes Gianluigi Buffon poderá ser punido com um “castigo prolongado” pela Federação Italiana de Futebol (FIGC) por ter proferido blasfémias em campo durante o encontro Juventus-Génova, noticia esta segunda-feira a imprensa italiana.
(...)
A nova lei indica que o futebolista que blasfemar em campo, e que tal seja descortinado pelo árbitro ou em imagens televisivas, será admoestado com um cartão vermelho direto e sujeita-se a um castigo prolongado.
Público.
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